Agricultores de Minas Gerais testam a soja INTACTA RR2 PRO™

29/02/2012

29 sojicultores de 21 municípios do Estado veem, lado a lado, os benefícios da nova soja em suas propriedades

Desenvolvida pela Monsanto, ao longo dos últimos dez anos, a INTACTA RR2 PRO™, uma nova tecnologia para soja produzida especialmente para o mercado brasileiro, já está sendo testada por 29 agricultores em 21 municípios de Minas Gerais. O produto, único no mercado, alia três soluções: resultados de produtividade sem precedentes, devido a tecnologias avançadas no mapeamento, seleção e inserção de genes em regiões do DNA com potencial para aumento na produtividade; proteção às principais lagartas que atacam a cultura da soja; e tolerância ao glifosato proporcionada pela tecnologia Roundup Ready (RR).

Os 500 agricultores que estão testando a tecnologia em todo o Brasil mostram-se animados após a fase de plantio, iniciada em outubro de 2011, e a de aplicação de inseticidas. Angelo Dias Munari, produtor de soja há 22 anos na cidade de Tupaciguara, tem uma produtividade média de 55 sacas por hectare e acredita que seu resultado poderia ser ainda melhor se a biotecnologia desenvolvesse plantas resistentes a insetos. O sojicultor diz que os maiores problemas em sua região são o percevejo e a lagarta e que, por conta disso, faz seis aplicações de inseticidas. Com a implantação da INTACTA RR2 PRO™ em sua fazenda, ele espera reduzir anular as pulverizações para a lagarta. Ele se mostra esperançoso: “Estou apostando. Tomara que ela produza mais do que a tecnologia anterior”.

Produtora há 12 anos na cidade de Ibiá, Helga França de Paiva enxerga o controle de doenças e pragas como o maior problema do sojicultor hoje. Ela costuma gastar aproximadamente R$ 66 por hectare para, por exemplo, controlar as lagartas em sua fazenda durante todo o ciclo da soja. Com a INTACTA RR2 PRO™, ela não precisou fazer nenhuma aplicação de inseticida até o momento na sua área teste. “Minha expectativa em relação à essa nova tecnologia é que eu tenha uma diminuição com esse gasto, que a lavoura não sofra com o ataque das lagartas, mas principalmente que ela apresente boas variedades e que tenham características que a gente espera para a nossa região”, diz Paiva.

O produto ainda viabiliza práticas agrícolas sustentáveis ao reduzir o uso de inseticidas para o controle das principais lagartas da soja. “A tecnologia para a soja INTACTA RR2 PRO™ está em harmonia com o compromisso da Monsanto de sustentabilidade, focando em aumento de produtividade, preservação de recursos naturais e melhoria na qualidade de vida dos agricultores. Além disso, a tecnologia mantém a eficácia, o amplo espectro de ação e a flexibilidade da tecnologia Roundup Ready”, lembra Rafael Carmona, gerente de INTACTA RR2 PRO™.

Foi o que pode constatar João Donadeli, produtor há 40 anos, na cidade de Sacramento. Ele faz em média três aplicações de fungicida e inseticida para controlar a ferrugem e lagartas respectivamente. Com a soja INTACTA RR2 PRO™, ele fez até o momento somente uma aplicação de inseticida para percevejo em sua área demonstrativa. Donadeli enxerga o desenvolvimento da tecnologia para o campo como melhora na qualidade de vida. “Fala-se muito hoje em agricultura sustentável, eu acho que o caminho é a biotecnologia, o plantio direto, o não uso de agrotóxicos e o controle de erosão do solo. Isso vai garantir uma produção muito mais saudável, o que é bom para o agricultor e para o consumidor final. É o que queremos”, confessa o sojicultor.

Além de Tupaciguara, Ibiá e Sacramento, as regiões de Uberlândia, Perdizes, Patrocínio, Paracatu, Presidente Olegário, Campo Florido e Conquista são alguns dos locais que sediam lavouras comparativas com a tecnologia. A aprovação da soja INTACTA RR2 PRO™ beneficia os agricultores brasileiros, pois dá mais um passo em direção à oferta de uma nova tecnologia, que ampliará as opções de escolha do sojicultor. “Para nós que temos profunda ligação com a agricultura brasileira será um privilégio demonstrar aos agricultores o valor desta tecnologia para a sojicultura nacional”, afirma Márcio Santos, diretor de Gerenciamento de Produto da Monsanto.